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A tecnologia não para de evoluir a cada dia, o que nos garante ter smartphones cada vez mais finos e poderosos. As fabricantes também investem em melhorias em suas telas para oferecer painéis com cores mais fieis e nível de brilho superior a cada geração. Aqui temos diversas opções, que vão da clássica LCD à Super AMOLED. Mas quais as diferenças entre cada uma delas?

O TudoCelular preparou esse especial para explicar o que cada tecnologia tem a oferecer e qual é a melhor para cada tipo de uso. Sempre existe uma guerra travada entre os fãs do LCD e OLED, onde cada um tenta provar qual é superior. Também explicaremos as diferenças entre as variações nos painéis LCD e OLED, já que nem todos são fabricados da mesma forma e nem oferecem exatamente a mesma qualidade de imagem.

LCD é uma abreviação de “Liquid Crystal Display”, que em nosso bom português seria “Tela de Cristal Líquido”. Este é o tipo de tela mais comum em smartphones, especialmente nos de entrada, já que o custo de produção é consideravelmente inferior ao das telas OLED.

O painel é formado por duas camadas principais, sendo uma de cristais líquidos que reage por estímulos elétricos, e um segundo painel por fornecer luz (normalmente chamado de backlight). Entre estas camadas há outras mais finas que servem para bloquear ou permitir a passagem de luz, gerando os diferentes tons de cores que vemos na tela.

Cada pixel da tela LCD é responsável por reproduzir as três cores primárias do padrão RGB (vermelha, verde e azul). Com a combinação destas cores em intensidades diferentes de acordo com a carga elétrica fornecida pelo backlight, temos 256 tonalidades. Se você multiplicar 256 três vezes terá as 16,77 milhões de cores que as telas de smartphones são capazes de reproduzir.

As telas do tipo LCD contam com transistores para controlar a quantidade correta de energia a ser enviada para cada pixel. Este tipo de tecnologia recebeu o nome de TFT (Thin Film Transistor), o que acabou sendo chamada como tela do tipo TFT (no entanto, o nome correto para este tipo de painel é TN, abreviação de Twisted Nematic). Inicialmente, tal tecnologia tinha seus problemas: alto consumo de energia e baixo ângulo de visão.

Para eliminar estas limitações foi desenvolvida a tecnologia IPS (In-Plane Switching), que organiza e alterna a orientação das moléculas de cristal líquido do painel entre os substratos de vidro. Isso ajuda a ampliar o ângulo de visão e a reprodução de cores no geral. Com a mudança temos um nível de contraste superior, além de cores mais vivas e que ficam menos desbotadas quando vistas de lado.

As telas IPS LCD usam silício amorfo como líquido para a unidade de exibição, pois este substrato pode ser montado em circuitos complexos de alta corrente. Isso, porém, restringe a resolução da tela e aumenta a temperatura geral do dispositivo. Com isso, o desenvolvimento da tecnologia levou à substituição do silício amorfo por silício policristalino, que impulsionou a resolução da tela e mantém baixas temperaturas.

Os grãos maiores e mais uniformes de polissilício permitem um movimento de elétrons mais rápido, resultando em maior resolução e taxas de atualização mais altas. Outra vantagem é que esta tecnologia é mais barata de fabricar devido ao menor custo de determinados substratos empregados.

O resultado disso é que a tela LCD de polisilício de baixa temperatura, conhecida como LTPS, ajuda a fornecer densidades de pixels maiores, menor consumo de energia que o LCD padrão e faixas de temperatura controladas. Esta tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.

Para ficar mais fácil de entender, aqui vai um resumo. A tecnologia LCD é dividida basicamente em três tipos de grupos: TN, IPS e LTPS. A tecnologia TFT, na verdade, está presente em cada um desses tipos de painéis. O que muda é a forma como os cristais são organizados, resultando em nível de brilho, contraste e ângulo de visão diferenciados. A LTPS é a melhor opção, mas ainda não está tão difundida quanto à IPS, especialmente em smartphones mais básicos.

Em telas com pontos quânticos não temos a camada TFT responsável por controlar a energia passada para os pixels. Em seu lugar encontramos os cristais nanoscópicos, que regulam a luz do painel. Eles podem ser distribuídos pela tela em diversos tamanhos, resultando em tons diferentes para cada cor.

Neste tipo de tela ainda temos o backlight gerando luz, mas a intensidade é menor, o que ajuda a economizar bateria. E por não termos mais um filtro entre o backlight e o pixel, o contraste acaba sendo maior, permitido que a tela exiba cores até 50% mais intensas. Além destes benefícios temos também um ganho em brilho, permitindo uma melhor visualização geral do conteúdo.

Infelizmente, esta tecnologia tem um custo de produção mais elevado, o que acaba limitando a sua produção para smartphones. Atualmente é mais comum encontrar telas LCD com pontos quânticos em TVs, que tentam brigar com as TVs OLED pelo gosto do público.

Deixando as telas LCD de lado vamos agora para sua maior rival, a tecnologia OLED. Ao contrário de termos painéis formados por cristais líquidos, este tipo de tela traz diodos orgânicos. Eles são polímeros feitos de composto líquido e podem ser colocados em qualquer superfície sem a necessidade de serem encapsulados.

Assim como em telas LCD, nas do tipo OLED também temos diversas camadas que formam o painel usado em smartphones. O que muda é que esta tecnologia não exige a presença de um backlight para gerar luz. Aqui cada pixel é capaz de produzir luminosidade e cor, gerando as imagens vistas na tela.

Pelo fato de não ter backlight, a tecnologia OLED permite que o pixel seja desligado quando a cor preta é exibida, diferente da tela LCD em há sempre luz sendo enviada ao pixel mesmo que nenhuma cor seja reproduzida. Isso não apenas ajuda a economizar bateria em smartphones com tela OLED, mas também entrega um contraste maior, com preto realmente sendo preto.

A corrente é passada de duas formas para os pixels: passivamente ou ativamente. Na primeira delas toda uma linha de pixels é comandada por vez, o que torna a taxa de atualização da tela mais lenta. Em telas OLED mais simples é normal ver usuários reclamando de rastos em cenas de movimentação rápida.

Para resolver este problema surgiu a AMOLED (Active Matrix Organic Light-Emitting Diode), que como o nome sugere traz uma matriz ativa de controle para ativar e desativar cada pixel individualmente. E advinha quem é que regula a tensão da corrente elétrica fornecida a esses pixels? Isso mesmo, a camada TFT presente nas telas LCD.

Então quer dizer que apenas as telas AMOLED da Samsung são do tipo ativa e as demais OLED são do tipo passiva? Não, necessariamente. Devido à lentidão na atualização de todos os pixels, os painéis OLED passivos foram abandonados pelas fabricantes, mas nem todas adotam o termo AMOLED comercialmente.

Para diferenciar a sua tela das demais, Samsung então criou o termo Super AMOLEDem 2010. Pode parecer só marketing, mas a gigante sul-coreana realmente levou a tecnologia a um novo nível. Para começar, ela removeu a camada responsável por registrar os toques na tela, deixando o painel mais fino e flexível.

O sensor de toque foi incorporado ao próprio vidro da tela, resultando em um melhor tempo de respostas aos comandos dados pelo usuário, além de ampliar a sensibilidade. Por ser mais fina, a tela também reflete menos, o que melhora a visibilidade em ambientes com forte iluminação.

Outro ponto em comum entre as telas OLED e LCD está no uso de substrato de vidro. Este composto passa maior resistência às telas dos smartphones (não necessariamente contra quedas). Você pode pressionar com mais força a tela do seu aparelho sem que ela sofra danos permanentes.

Porém, o uso de substratos de vidro acaba limitando a flexibilidade do painel. Desta limitação surgiu a necessidade de um novo tipo de tela OLED, conhecida como P-OLED (Plastic-OLED). Aqui saí o vidro e entra o plástico, o que deixa a tela mais frágil contra impactos, mas permite que a fabricante possa dobrar o painel ou mesmo criar um aparelho curvo, como vimos na linha G Flex da LG.

Uma gama de plásticos tem sido usada e testada para displays flexíveis, incluindo polietileno tereftalato (PET) e polietileno naftalato (PEN). No entanto, a mudança de um substrato de vidro também tem que acomodar o tipo de tecnologias TFT usadas, a fim de reduzir as temperaturas de fabricação ou o uso de plásticos que possam suportar temperaturas mais altas.

Como resultado, as fabricantes de telas OLED flexíveis estão usando plásticos de poliimida (PI) que podem suportar melhor as altas temperaturas de fabricação de TFT. O tipo de substrato e o processo de aquecimento usados também definem a flexibilidade da exibição. Este tipo de tela deve definir o futuro dos smartphones flexíveis, que não devem demorar muito para chegar ao mercado.

E agora é que as coisas ficam um pouco confusas. Samsung vem usando telas flexíveis na sua linha Edge de smartphones, seguindo com a família S8, S9 e Note que trazem painel curvo nas bordas do aparelho. Assim como a tela P-OLED usada pela LG, Samsung também adota substrato de plástico, porém não tão flexível.

Além disso, há certas diferenças na tecnologia do painel subjacente, mas elas não estão vinculadas aos nomes usados para descrever os painéis. Haverá diferenças sutis entre os displays P-OLED e AMOLED, em termos de brilho, gama de cores, regulação do branco, etc. Assim como já existem diferenças entre os painéis AMOLED da própria Samsung. Mas para a maioria dos consumidores, isso será de pouca importância.

Telas do tipo AMOLED oferecem contraste superior e menor consumo de energia, além de cores mais vivas. Os amantes de telas LCD defendem que a tecnologia OLED exagera na reprodução de cores deixando tudo muito saturado. Algumas fabricantes, como a própria Samsung, vêm oferecendo perfis de saturação para que cada usuário escolha como prefere ver as imagens na tela do seu smartphone.

Por mais que a tecnologia OLED pareça superior, ela sofre de um problema que afasta muitos usuários: o temido burn-in. Como cada pixel é ativado e desativado de forma independente, caso o usuário mantenha um conteúdo estático muito tempo na tela (como os botões virtuais do Android), o painel OLED pode acabar ficando marcado, sempre exibido aqueles elementos.

Samsung vem trabalhando na tecnologia MicroLED, que promete unir os pontos positivos do LCD e OLED. A novidade chegará inicialmente em TVs, o que pode demorar ainda para vermos a tecnologia em smartphones. Apple também vem estudando a implementação de MicroLED em seus novos smartwatches. Enquanto a novidade não chega aos smartphones, veremos as empresas buscando formas de aprimorar as telas LCD e OLED.

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Não bastassem as diferentes tecnologias disponíveis, as fabricantes de componentes e smartphones adotam nomes cada vez mais mirabolantes como “Super Retina XDR” e “Dynamic AMOLED”, o que acaba aumentando o potencial de confusão entre os consumidores. Por isso, vamos abordar também alguns destes termos usados nas fichas-técnicas dos celulares.

Sigla para “tela de cristal líquido”, este tipo de componente já está bastante consolidado no mercado, com diversos fabricantes e um custo relativamente baixo. Nas telas LCD, o painel possui uma camada com cristais líquidos, cujo alinhamento é controlado com a aplicação de uma corrente elétrica.

Como os cristais por si só não emitem luz — apenas alteram as propriedades dela —, é preciso usar uma camada de iluminação (conhecida pelo termo em inglês backlight).

Dúvida comum após o lançamento das TVs “de LED”, a resposta resumidamente é LCD. A tecnologia adotada nas telas LED é a dos cristais líquidos, com a diferença que o backlight é formado por LEDs.

A tecnologia IPS (In-Plane Switching, alteração em plano, em tradução direta) resolve um problema das primeiras telas LCD, que adotam a técnica TN (Twisted Nematic): a distorção de cores ao olhar para a tela a partir das laterais, algo que ainda pode ser encontrado em alguns celulares e tablets mais baratos.

O padrão PLS (Plane to Line Switching) usa uma sigla muito parecida com a da técnica IPS, e o mesmo acontece com o seu funcionamento básico. A tecnologia, desenvolvida pela Samsung Display, apresenta as mesmas características das telas IPS — boa reprodução de cores e ângulos de visão, mas um nível de contraste inferior às telas OLED e LCD/VA.

Segundo a Samsung Display, os painéis PLS tem um custo de produção menor, taxas de brilho mais altas e até ângulos de visão superiores quando comparados às telas IPS da rival LG Display. No final das contas, o uso de um painel PLS ou IPS se dá pela escolha do fornecedor do componente.

Um dos destaques das fabricantes de TV na feira CES 2021, a tecnologia mini-LED parecia distante dos dispositivos móveis até a Apple anunciar o iPad Pro 2021. Como o nome já indica, a técnica se baseia na miniaturização dos LEDs que formam a retroiluminação da tela — que ainda utiliza um painel LCD.

Apesar da melhoria em termos de contraste (e potencialmente brilho) em relação às telas LCD/LED tradicionais, as LCD/mini-LEDs ainda dividem a tela em zonas de brilho — mais de 2.500 no caso do iPad e das TVs "QNED" 2021 da LG —, comparado com dezenas ou centenas de zonas na geração anterior das telas FALD (full array local dimming, em que os LEDs ficam atrás do painel LCD, no lugar das bordas).

Porém, para um controle ainda maior de contraste, feito individualmente em cada ponto na tela, é preciso partir para painéis equipados com as tecnologias microLED — ainda com custo proibitivo em 2021 — ou OLED, que até recentemente eram fabricados em grande escala apenas em tamanhos para smartphones ou televisores.

Super AMOLED é o nome comercial das telas fabricadas pela sul-coreana Samsung Display baseadas na tecnologia OLED. A principal característica dos displays OLED é o controle individual de iluminação de cada ponto, ou seja, cada pixel na tela pode ser desligado, oferecendo tons mais escuros ao exibir a cor preta — enquanto nas telas LCD ela fica mais próxima de um cinza. O resultado é um nível de contraste superior.

O “AM” da sigla se refere ao uso de uma matriz ativa, no qual cada ponto na tela é controlado ativamente em termos de brilho e cor. Já o “Super” foi adotado pela Samsung Display quando a empresa integrou a camada que detecta toques na tela ao próprio painel, resultando em um componente mais fino.

A evolução mais recente da tecnologia foi batizada como “Dynamic AMOLED”. A Samsung não entrou em detalhes sobre o significado do termo, mas destacou que os painéis com essa identificação incluem certificação HDR10+ para uma gama maior de contraste e cores, além da redução da luz azul para maior conforto visual.

Na mesma linha, o termo "Fluid AMOLED" utilizado pela OnePlus em seus aparelhos mais avançados, basicamente destaca as altas taxas de atualização empregadas, que resultam em animações mais fluidas na tela.

A tecnologia estreou com o obscuro Royole FlexPai, equipado com um painel OLED fornecido pela chinesa BOE, e depois foi usada no Huawei Mate X (foto acima), Motorola Razr 2019 — ambos com painel da BOE — e nas linhas Galaxy Flip e Fold, usando o componente fornecido pela Samsung Display.

Não bastasse a sopa de letrinhas que já vimos no texto, é possível encontrar outros termos menos comuns, mas que nem por isso deixam de ser ressaltados nos materiais de divulgação dos smartphones.

TFT (Thin Film Transistor, transístor de película fina) — tipo de tela LCD que adota uma fina camada semicondutora depositada no painel, que permite controlar ativamente a intensidade de cor em cada pixel, com o mesmo conceito de matriz ativa (AM) usado pelas telas AMOLEDs. É usado em painéis TN, IPS/PLS, VA/PVA/MVA, etc.

LTPS (Low Temperature PolySilicon) — variação das TFTs que oferece resoluções mais altas e menor consumo que telas TFT tradicionais, baseadas na tecnologia a-Si (amorphous silicon).

IGZO (Indium Gallium Zinc Oxide) — material semicondutor usado na película TFT, que também permite resoluções mais altas e menor consumo, e pode ser empregado em diferentes tipos de telas LCD (TN, IPS, VA) e OLED.

LTPO (Low Temperature Polycrystaline Oxide) — tecnologia desenvolvida pela Apple que pode ser usada tanto em telas OLED quanto LCD, ela combina as técnicas LTPS e IGZO, resultando em um menor consumo de energia. É usada, por exemplo, no Apple Watch 4 e no Galaxy S21 Ultra.

Enquanto entre os televisores a tecnologia em destaque tem sido o mini-LED — que consiste em aumentar o número de zonas de iluminação no backlight, ainda utilizando um painel LCD — os rumores em smartphones e smartwatches se voltaram para a tecnologia microLED, esta sim radicalmente diferente das telas LCD/LED, com características de imagem semelhantes às OLEDs.

Uma tela microLED possui um diodo emissor de luz para cada subpixel da tela — geralmente um conjunto com diodos vermelho, verde e azul para cada ponto —, neste caso fabricado com um material inorgânico, por exemplo o nitreto de gálio (GaN).

Por adotar uma tecnologia auto emissiva de luz, as telas microLED dispensam o uso de um backlight, com cada pixel podendo ser “desligado” individualmente. O resultado é o mesmo nível de contraste das telas OLED, sem os riscos de retenção de imagem ou burn-in dos diodos orgânicos.

Por outro lado, o uso de múltiplos diodos para cada pixel representa um desafio em termos de miniaturização dos componentes. Por exemplo, uma resolução Full HD possui pouco mais de dois milhões de pixels (1.920 x 1.080 pontos), o que requer 6 milhões de LEDs microscópicos usando uma estrutura tradicional RGB (vermelho, verde e azul).

Esse é um dos motivos que explica a adoção da tecnologia até a data de publicação deste texto apenas em telas grandes — 75 a 150 polegadas, em 2021 —, que permitem oferecer uma resolução 4k (3.840 x 2.160 pontos, quase 8,3 milhões de pixels ou 24,8 milhões de subpixels RGB) com uma boa densidade de pontos na tela.

Sem contar o preço, de 170 milhões de wons (cerca de R$ 850 mil, em conversão direta) na Coreia do Sul, do primeiro modelo à venda comercialmente, com 110 polegadas...

Falando em densidade de pontos na tela, esse foi um dos destaques da Apple em 2010, durante o lançamento do iPhone 4. A empresa batizou de “Retina Display” a tela LCD (LED, TFT e IPS, uffa!) usada no smartphone, graças à alta resolução do painel utilizado (960 por 640 pixels!) em suas 3,5 polegadas.

O nome cunhado pelo departamento de marketing da Apple é aplicado às telas em que, segundo a empresa, o olho humano não consegue discernir os pixels individualmente a uma distância normal de uso. No caso dos iPhones, o termo foi aplicado aos displays com uma densidade superior a 300 ppp (pontos por polegada).

Desde então, as demais fabricantes seguiram a tendência, adotando painéis com resoluções cada vez maiores. Enquanto o iPhone 12 mini oferece 476 ppp, modelos como Sony Xperia 1 trazem 643 ppp.

Com o iPhone 11 Pro, outro termo foi anunciado, o “Super Retina XDR”. Ainda utilizando um painel OLED (fornecido pela Samsung Display ou pela LG Display), o smartphone traz especificações ainda maiores em termos de contraste — com uma taxa de 2.000.000:1 — e brilho de 1.200 nits, otimizados para exibição de conteúdos nos formatos HDR.

Como uma espécie de prêmio de consolação para os compradores do iPhone XR e do iPhone 11, que continuaram usando painéis LCD, a Apple classificou a tela usada nos smartphones com um novo termo, o “Liquid Retina”. Mais tarde aplicado também aos modelos das linhas iPad Pro e Air, o nome define as telas com uma alta gama e precisão de cores, nas palavras da empresa.

Nit, ou candela por metro quadrado no sistema internacional (cd/m²), é uma unidade de medida de luminância, ou seja, a intensidade de luz emitida. No caso das telas de smartphones e monitores em geral, o valor define o quão brilhante é o display — quanto maior o valor, mais intensa é a luz emitida pela tela.

O resultado são animações mais suaves no celular, tanto no uso regular do sistema operacional quanto em jogos, em comparação com telas de 60 hz, valor padrão no mercado para o componente.

Visto como um “gimmick” em 2017, com o lançamento do Razer Phone, o recurso conquistou mais e mais seguidores, mesmo com o maior consumo resultante. Para combater este ponto fraco, os fabricantes passaram a adotar telas com taxa de atualização variável, que pode ser ajustada conforme o conteúdo exibido, 24 fps na maioria dos filmes, 30 ou 60 fps em gravações domésticas, por exemplo.

A mesma unidade de medida é usada para a taxa de amostragem (sampling rate, em inglês). Apesar de semelhante, o valor representa neste caso a quantidade de vezes por segundo que a tela é capaz de registrar toques. Quanto mais vezes é feita a amostragem, mais rapidamente são registrados os comandos pelo smartphone, resultando em um uso mais responsivo do aparelho.

Cada uma das tecnologias apresenta vantagens e desvantagens, mas nos últimos anos as telas OLED têm ganhado destaque, principalmente com a adoção do componente nos modelos topo de linha das fabricantes. Essa popularização ficou ainda mais forte após o lançamento do iPhone X, que consolidou a imagem dos painéis OLED no segmento premium.

Como já dito anteriormente, as telas OLED/AMOLED têm como vantagem o nível de contraste, resultado do controle de brilho individual nos pixels. Outra consequência disso são a reprodução mais realista da cor preta, além de um baixo consumo de energia com a exibição de imagens escuras na tela — o que ajudou a popularizar os modos escuros nos smartphones.

Além disso, os diodos orgânicos que dão nome às telas OLED podem com o passar do tempo perder a capacidade de alterar suas propriedades, o que acontece quando uma mesma imagem é exibida por um longo período de tempo. Este problema, batizado de “burn-in”, tende a se manifestar principalmente com ajustes de brilho mais elevados.

Mas apesar de possível, não chega a ser algo que afeta a maioria dos usuários, que costumam confundir o burn-in com um problema semelhante, a retenção de imagem, que é temporária e costuma se resolver após alguns minutos.

No caso das telas LCD, a principal vantagem é o baixo custo de fabricação, com dezenas de fabricantes do componente e um volume maior de produção. Algumas marcas aproveitaram esta característica para priorizar determinados recursos — como uma taxa de atualização maior — no lugar de adotar um painel OLED, caso do Xiaomi Mi 10T.

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Ao investir em um aparelho digital com tela, é necessário conhecer os tipos disponíveis no mercado para não tomar uma decisão errada. Você conhece a tela TFT LCD?

Nesse quesito, vale ponderar que todo tipo de dispositivo com tela, principalmente sensível ao toque, deve ser cuidadosamente manuseado para não ser submetido a maiores problemas.

Ele tem como função ativar a polarização do cristal, a partir da regulação pelo campo elétrico que passa pelo transistor. A polarização é que deixa ou não a luz que vem do backlight passar.

Em comparação com outros tipos de tela, o TFT se mostra um bom custo-benefício, sobretudo por sua resistência à degradação natural, já que se trata de um material sintético, e não orgânico, como a tela AMOLED, por exemplo.

A qualidade da imagem exibida nas telasé controlada por linhas e colunas que fazem com que a corrente elétrica seja estimulada de forma mais ou menos intensa.

As telas com TFT possuem as células coloridas em vermelho, verde e azul. As cores são exibidas de acordo com a interferência do transistor de película fina.

Os primeiros displays LCD tinham utilizam a técnica TN (Twisted Nematic), que faz com que as cores sejam vistas de forma diferente de acordo com o ponto de visualização.

A Victor Vision conta com soluções especiais para cada tipo de aplicação. São mais de 10 opções de tamanhos de monitores, que podem ser personalizados com a interface gráfica de preferência do cliente.

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Alguma vez você já se perguntou quais são as diferenças entre essas nomenclaturas tão citadas em reviews ou anúncios? Sabia que suas peculiaridades e construções podem mudar não só a qualidade da imagem como também a duração de bateria? Leia o artigo e entenda quais as diferenças entre as telas de smartphones.

O popular e antigo Display de Cristal Líquido (ou “Liquid Crystal Display”, formando a sigla) é a tecnologia mais básica. De forma sucinta, as telas LCD são compostas por substâncias que mudam sua estrutura molecular quando recebem diferentes correntes elétricas.

Este efeito define a opacidade dessa substância. Tornando-a opaca para impedir a passagem de luz e definir cores, ao mesmo tempo que existe um backlight constante iluminando a tela. A consequência dessa luz constante é a reprodução não muito fiel da cor preta, se assemelhando ao cinza.

Com o LCD também há o uso de TFT, muitas vezes considerado um tipo diferente de display. O Thin Film Transistor (TFT) é o responsável por controlar a corrente que passa pela substância da tela, portanto, um transistor para cada pixel.

Assim como em monitores, o In-Plane Switching (IPS) chegou aos smartphones trazendo suas peculiaridades. Neste caso, a reprodução de cores é mais precisa, assim como contraste e brilho.

No entanto, o problema da cor preta “acinzentada” ainda está presente e, com isso, o contraste ainda não é o melhor. O Moto G7, embora recente, ainda utiliza telas IPS LCD, assim como boa parte da linha G da Motorola.

O LCD PLS é uma tecnologia proprietária da Samsung usada na linha J, de 2016. Basicamente, o LCD PLS é uma evolução do LCD IPS e aprimora a qualidade de imagem e brilho.

Ademais, a tecnologia é barata e proporciona economia energética, o que ajuda na implementação dessas telas em smartphones de entrada. Os problemas? Tempo de resposta mais lento e ausência de Gorilla Glass, tornando-a muito frágil — obrigando a compra de uma película.

Já o Quantum Display, essa da LG, é um passo a mais na direção das desejadas OLED. Neste caso, o display é composto por um filme de cristais nanoscópicos que emitem luz, ao invés de utilizar um filtro para diferentes cores.

Então, esses cristais nanoscópicos permitem — ou não — a passagem de luz e, assim, define as cores. A tecnologia não dispensa o uso da backlight, mas ela passou a ser menos intensa e, com isso, o contraste e especialmente a cor preta passaram a ser bem mais realistas.

Como o nome já diz, as telas OLED são uma evolução dos displays com iluminação por LED. No lugar dos cristais líquidos do LCD, o OLED conta com diodos orgânicos. Esse material é um polímero orgânico que pode ser colocado sem encapsulamento.

A ausência da iluminação constante da backlight também favorece a autonomia de bateria. Ademais, uma das razões da popularização do modo noturno (ou “dark mode”) é devido a adoção massiva dessa tecnologia. Quando otimizado, telas tomadas por tons pretos “absolutos” economizam energia — além de serem mais confortáveis durante a noite.

Qual o problema dessa tecnologia? Um efeito desagradável de rastro na imagem e uma vida útil consideravelmente inferior. Com o tempo, as telas OLED passam a apresentar “pixels atrasados” exibindo imagens fixas de menus e ícones que ficaram muito tempo em exibição. O famoso Ghosting.

A tecnologiaAMOLED é uma junção dos polímeros do OLED com o TFT presente nas telas LCD. A sigla vem de Active Matrix Organic Light-Emitting Diode (ou “Matriz ativa de Diodos Orgânicos Emissores de Luz", em português).

O TFT é inserido entre as camadas que compõem o display e serve primariamente para diminuir o delay entre as imagens, solucionando finalmente os rastros antes criticados.

Há, também, a tecnologia Super AMOLED, da Samsung. Neste caso, a evolução do AMOLED possibilitou a criação de displays flexíveis e diminuindo significativamente o tempo de resposta dessas telas, assim como a grossura das camadas.

Um exemplo de dispositivo que conta com o Super AMOLED é o Samsung Galaxy A8, o intermediário focado em custo-benefício da sul-coreana. Além desse, o Moto Z3 Play, é um representante da tecnologia pela Motorola.

A Apple se apropriou desse conceito para suas telas — que são AMOLED — e divulga-as dessa forma evitando associar os iPhones à Samsung, atual fornecedora dessas telas. Atualmente, a Apple está tentando superar esse "monopólio" da sul-coreana optando por tecnologias concorrentes.

Se desconsiderarmos o valor de cada display e avaliarmos somente a qualidade da imagem e outros benefícios, é indiscutível a vitória do AMOLED, assim como Super AMOLED.

A precisão nas cores, qualidade do contraste, brilho e autonomia de bateria colocam essa tela com grande vantagem sobre as outras tecnologias. No entanto, seu custo de produção é um pouco maior; embora isso já esteja bem mais acessível atualmente.

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A tela de um dispositivo é fundamental para termos uma boa experiência ao executar alguma tarefa no notebook ou assistir nosso seriado favorito na TV. A cada ano, nós consumidores estamos mais exigentes e queremos experiências mais vivas e próximas do real. É justamente nesse ponto que atecnologia IPSveio para melhorar a qualidade de imagem das telas.

Neste artigo nós vamos ajudar você a entender como funciona essa tecnologia e como ela impacta na qualidade de imagem datela do seu notebookou outro aparelho eletrônico. Mas, antes de saber o que é IPS, conheça os “bastidores” de um monitor LCD TFT.

Para entender melhoro que é IPS, vamos começar falando da tela LCD. Dentro de umatela LCDexistem oscristais líquidos, são eles os responsáveis por refletir luz para os pixels a partir de um processo químico que basicamente sofre alterações na cor a medida recebe (ou não) corrente elétrica.

Isso tudo acontece dentro do pixel, que é compostos de3 camadas: duas de vidro e uma de cristal líquido, as camadas de vidro ficam nas extremidades e o cristal líquido no meio. Ambas as camadas possuem ranhuras, observe na imagem abaixo que o vidro de trás tem ranhuras na vertical e o da frente, na horizontal. São por essas ranhuras que a iluminação dobacklight(luz que fica atrás da tela de LCD) reflete no vidro da frente.

Os pixels possuem três cores diferentes: vermelho, verde e azul: o famoso RGB. Essas cores são como uma fina camada de cor que fica no vidro da frente do pixel. São essas cores que conseguem refletir milhares de outros tons que por fim se unem e formam uma imagem no monitor.

Então, assim que o pixel recebe uma quantidade de energia, os cristais líquidos fazem uma espécie de “barreira” que faz com que a luz não consiga passar pelas ranhuras da segunda camada de vidro, como no exemplo daimagem 1. Neste caso, aquele pixel fica escuro. Já naimagem 2temos o pixel aceso, que não recebeu nenhuma carga e por isso os cristais líquidos fazem uma curvatura de 90 graus que é por onde a luz passa.

Quem controla esse processo de dentro do LCD são chamados detransistoresque assumem forma e espessura também semelhante a de uma película. Resumindo, o LCD é cheio de camadas.

A tecnologia IPS (In-plane switching) é uma atualização da TFT, a geração anterior de telas. Na TFT, quando a energia é adicionada nos cristais líquidos, faz com que eles se distorçam e permitam que a tela tenha passagem de luz. Porém, nesse processo, os cristais ficam bagunçados e é essa falta de alinhamento que faz com que as cores não fiquem tão fiéis e tenham o ângulo de visão reduzido.

Era muito comum acontecer isso em televisores mais antigos, quando nem todos da sala conseguiam assistir com a mesma qualidade devido à posição em que estavam sentados em relação ao aparelho.

Quando uma tela tem a tecnologia IPS, aposição dos cristais muda.Enquanto na TFT os cristais estão em posiçãovertical, as de IPS estão em posiçãohorizontal. Essa foi a forma encontrada para que as moléculas de cristal líquido fiquem melhor agrupadas.

É sempre bom lembrar que a IPS e a TFT são uma tecnologia que foi se atualizando ao longo do tempo. Isso quer dizer que as telas não deixaram de ser TFT mesmo já sendo IPS. A IPS veio paraorganizar melhor as moléculas de cristal líquido, portanto é uma considerável melhoria na tecnologia utilizada.

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Assim, gostaria de saber qual placa (shield) comprar pra conectar à tela retirada do GPS (modelo Chi Hsin Electronics / LQ345SC9601 / 3.5" / TFT-LCD ), para assim, utilizar no projeto de minigame.

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Escolher um celular hoje em dia pode ser um desafio e tanto, desde a fabricante até os pequenos detalhes de design. Sendo que um dos fatores mais importantes nessa decisão é a tela. Por isso, vamos te ajudar a entender a diferença entre as principais tecnologias: LCD, IPS, OLED e AMOLED.

Atualmente, temos três tipos principais de tecnologias de display. Cada qual com sua vantagem e desvantagem. Ainda assim, existem seus subtipos, que também merecem um certo destaque.

Assim, da próxima vez que você se deparar com um monte de siglas, vai saber diferenciar, entender e definir o tipo de tela que faz mais sentido para seu uso.

Começando pelo primeiro tipo que mais se difundiu no mundo dos smartphones. O LCD, que pode ser traduzido como “painel de cristal líquido”, trouxe várias vantagens para o mercado de telas.

De forma bastante simplificada, para formar a imagem na tela, existem camadas com uma substância cristalina que consegue alterar suas moléculas. Dessa forma, com uma corrente elétrica, ora elas podem ficar opacas — impedindo a travessia da luz — ora podem ser transparentes, permitindo a passagem de iluminação.

Contudo, para que esse tipo de painel funcione adequadamente, a backlight fica acesa o tempo todo, mesmo em cenas escuras de um filme, por exemplo. Por conta disso, o gasto de energia é muito alto, fazendo com que a bateria não dure muito.

Além disso, como já dito anteriormente, mesmo em imagens escuras, com fundo preto, ainda é possível enxergar um pouco de luz, já que o pixel apagado não consegue bloquear totalmente a backlight. Resultando numa tonalidade quase cinza para os pretos.

Logo depois, tivemos a tecnologia IPS, que nada mais é do que o painel de cristal líquido organizado de forma mais agrupada na horizontal. Isso permitiu ampliar o ângulo de visão. Assim, a imagem não sofre tantas distorções de cores quando observada de forma lateral.

IPS significa comutação plana (ou In-Plane Switching). Hoje em dia, praticamente todos celulares que têm uma tela LCD utilizam essa tecnologia. Por ser bastante comum, ela costuma baratear o custo e torná-lo mais acessível.

Os OLED chegaram como uma evolução dos LEDs que já estavam presentes nos antigos painéis LCD . LED significa “diodo emissor de luz”, e OLED seria “diodo emissor de luz orgânico”. O grande diferencial de um para o outro é que essa nova versão consegue emitir a própria luz.

Só por isso, eles já se tornam bastante vantajosos, pois não necessitam de uma backlight acesa o tempo todo. Por conta disso, eles conseguem ser mais econômicos. Mas, o grande benefício dessa tecnologia é o controle preciso de pixels acesos e apagados.

Já que cada pixel tem sua própria luz, é possível desligá-los totalmente em uma cena escura, trazendo o famoso “preto puro” sem aquele aspecto de cinza lavado do LCD/IPS.

O OLED também permite muito mais contraste e nitidez, pois os contornos ficam mais precisos e definidos na troca de fundo com imagem. Outra vantagem é a possibilidade de fabricar aparelhos mais finos, já que o OLED não necessita de tantas camadas para funcionar.

Todavia, assim como LCD, ele também tem seus problemas. Talvez, o mais famoso seja o burn-in. Como o pixel fica aceso durante todo tempo de uso, quando temos uma imagem fixa por muito tempo, sem alterações, o pixel começa a “queimar” (parecido com uma lâmpada convencional). Isso acabava deixando marcas fantasmas nas telas.

Essa vantagem também se traduz em maior economia de energia. Pois, com o controle preciso, é possível gerenciar o tanto de energia gasta para cada pixel, evitando o desgaste.

Hoje em dia, a grande maioria das telas OLED, na verdade são AMOLEDs. Esse nome virou mais questão de marca e identificação do que de fato outra tecnologia empregada. Obviamente, nenhuma marca quer correr o risco de queimar os pixels, por isso o uso amplo desse tipo de painel.

Ainda assim, houve evolução dessa tecnologia, principalmente em aparelhos Samsung, que são referência no mercado de smartphone por conta de seus displays.

O Super AMOLED veio com uma pequena diferença em relação ao AMOLED tradicional. Falando de forma simplificada, esse tipo de tela conseguiu implementar uma camada sensível ao toque entre os painéis, dispensando a camada de vidro dos antecessores.

Isso permitiu telas mais responsivas e aparelhos com construções mais finas. Contudo, em termos de características na imagem, não tivemos grandes mudanças.

O AMOLED Dinâmico ou Dynamic AMOLED trouxe o suporte ao HDR10+. Com essa compatibilidade, foi possível proporcionar imagens com mais contraste e melhores cores.

Com alcance dinâmico de cores, as imagens têm mais vida e maior saturação. Para filmes e jogos com suporte a essa tecnologia, é perceptível a diferença de qualidade.

Mais uma vez, uma pequena evolução de tecnologia. O AMOLED dinâmico 2X traz um brilho e precisão de cores ainda melhor do que seu antecessor. Além disso, seu brilho também é mais forte, principalmente para ambientes externos.

Outra vantagem interessante é o consumo ainda mais eficiente de bateria, aumentando o tempo de uso do celular. O Dynamic AMOLED 2X também recebeu certificação TUV Rheinland para proteção ocular. Isso quer dizer que ele emite menos luz azul, que pode cansar a vista.

Até aqui, falamos apenas de tecnologias empregadas nos paineis, de modo a tentar melhorar a qualidade da imagem, trazer mais eficiência e outras formas de iluminar a tela.

Contudo, temos outro pequeno detalhe interessante a tratarmos quando o assunto é display: taxas de atualização. É verdade que diversos aparelhos têm proporcionado mais fluidez e suavidade na navegação.

Contudo, em alguns modelos, isso pode ser um problema grave, já que tal recurso consome muita energia para se manter ativado. Pensando nisso, as empresas começaram a utilizar as taxas variáveis de atualização. Assim sendo, temos um gasto muito mais inteligente de energia, já que o aparelho aumenta e diminui de acordo com a demanda. Mas como é possível?

À exemplo de outras formas de se reconhecer esse tipo de construção, a Samsung batizou sua versão de HOP. Mas, na prática, tem o mesmo objetivo: proporcionar taxas de atualização maiores e variáveis.

Isso mesmo, é graças a essas inovações de painéis que hoje temos celulares com frequência de atualização variáveis. Ou seja, a partir de inteligência artificial e outros recursos, o aparelho consegue baixar as atualizações — chegando até a 1 Hz — de modo a poupar energia da bateria.

Isso quer dizer na prática que, quando estiver lendo alguma matéria na internet ou livro, as taxas vão ser mais baixas. Entretanto, no momento que for jogar algum título com muita ação ou velocidade o celular vai oferecer o máximo de suavidade nas animações. Ou mesmo durante a navegação do aparelho, o display também consegue variar sua taxa de atualização.

É possível ver, cada vez menos, opções de celulares compactos à disposição no mercado. Por trás dessa realidade há um conjunto de fatores, como as múltiplas funções que um smartphone pode acumular. Saiba outros motivos que colaboram para o aumento das telas dos aparelhos. Assista ao vídeo POR QUE AS TELAS DOS CELULARES ESTÃO CADA VEZ MAIORES e se inscreva no Canaltech no YouTube.

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Visualmente, todos parecem ótimos, com design atraente, mas há certas diferenças na tela que você precisa conhecer. Ao longo dos anos, os celularescom grandes telas tornaram-se realmente populares. Neste artigo, vamos mostrar diferentes tipos de telas sensíveis ao toque e seus prós e contras.

OLED significa Organic Light EmittingDiode (Diodo emissor de luz orgânico) e é uma tecnologia mais recente para as telas de celularese monitores. Na tecnologia OLED, uma camada de material orgânico (à base de carbono) fica entre duas folhas condutoras, que por sua vez são intercaladas entre uma placa superior de vidro e uma placa inferior.

A tecnologia Haptic tem sido usada pela Blackberry e pela Nokiapara seus celulares voltados para o mercado corporativo. Essa tecnologia fornece um feedback tátil em uma ação de toque na tela, fornecendo assim uma confirmação imediata e inconfundível ao usuário.

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Obrigado pelo desenvolvimento da tecnologia de exibição, temos muitas opções de exibição para nossos smartphones, reprodutores de mídia, TVs, laptops, tablets, câmeras digitais e outros dispositivos semelhantes. A maioria das tecnologias de display que ouvimos são LCD, TFT, OLED, LED, QLED, QNED, MicroLED, Mini LED etc. A seguir, vamos nos concentrar em duas das tecnologias de display mais populares do mercado: Telas TFT e Telas Super AMOLED.

TFT significa transistor de filme fino. TFT é a variante dos monitores de cristal líquido (LCDs). Existem vários tipos de visores TFT: Visores TFT baseados em TN (Twisted Nematic), visores IPS (In-Plane Switching). Como o primeiro não pode competir com o Super AMOLED em qualidade de exibição, vamos nos concentrar principalmente no uso de monitores IPS TFT.

OLED significa Organic Light-Emitting Diode. Existem também vários tipos de OLED, PMOLED (Diodo Emissor de Luz Orgânica de Matriz Passiva) e AMOLED (Diodo Emissor de Luz Orgânica de Matriz Ativa). É a mesma razão que o PMOLED não pode competir com os visores IPS TFT. Escolhemos o que há de melhor em telas OLED: Super AMOLED para competir com o melhor LCD: Display IPS TFT.

Se você tiver alguma dúvida sobre os visores Orient Display e painéis de toque. Por favor, fique à vontade para nos contactar: Consultas de vendas, Atendimento ao Cliente or Suporte técnico.

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O display é um dos recursos que mais chama a atenção na hora de comprar um smartphone, e os tipos de tela OLED e AMOLED são os que mais se destacam. Essas tecnologias estão presentes em praticamente todos os celulares da categoria premium no mercado, e atualmente é possível encontrar tais telas até em celulares intermediários.

Para te ajudar a conhecer alguns modelos com esta tecnologia, preparamos uma lista com as melhores opções de celular com tela OLED ou AMOLED. São smartphones das melhores marcas, como Apple, Samsung, Xiaomi e Motorola, que contam com os recursos mais avançados. Para conhecer nossa seleção, confira a seguir.Alguns dosmelhores celulares do mercadousam telas AMOLED e Super AMOLED!

OLED vem de Organic Light-Emitting Diode. Na prática, a tela OLED usa diodos emissores de luz ao invés de cristal líquido, além de iluminar cada pixel individualmente. Isso gera um controle maior da imagem, brilho maior e também cores mais vívidas, além de um contraste mais realista, a que pontos específicos da imagem são melhor controlados.

A tela AMOLED é uma variação da OLED. Nela a tecnologia usa um display híbrido para combinar uma camada fina de transistores (TFT) à tela OLED, gerando uma tela mais adaptável. Na prática, a principal diferença é uma taxa de atualização mais rápida, além de um controle maior, já que cada pixel é iluminado individualmente.

A tela AMOLED chega como uma evolução da tela OLED, por isso hoje é a preferência absoluta das marcas. Além de manter as características de boas cores, brilho alto e também bom contraste, ela entrega um tempo de resposta menor, o que é muito importante na indústria de telas de celulares.

A tela Super AMOLED é uma evolução da AMOLED e traz alguns “sub-pixels”, que adicionam mais cores diferentes e maior intensidade de luz. Além disso, na tela AMOLED há um vidro entre o sensor de toque na tela, e aqui essas duas partes são diretamente ligadas, sem esse vidro, melhorando o rastreamento do toque e diminuindo o consumo de energia.Osmelhores celulares da Samsungusam telas Super AMOLED e até Dynamic AMOLED, uma evolução dessa tecnologia.

O primeiro modelo da nossa lista é o Galaxy A33. O destaque aqui fica para a tela Super AMOLED e 90 Hz de taxa de atualização, recursos que proporcionam uma imagem com cores vívidas, brilho alto e mais fluidez nos movimentos. Ele é uma das melhores opções de celulares baratos com tela AMOLED.

Esse celular da Samsung é bom para isso. Com o processador Exynos 1280, ele consegue rodar todos os apps mais famosos e até jogos com bom desempenho. Ao todo são 128 GB de armazenamento interno, mas há espaço para cartão de memória. Outro ponto positivo é que o aparelho já chega com Android 12 de fábrica.

Para completar o Galaxy A33 chega com um conjunto quádruplo de câmeras, com sensores de 48 MP, 8 MP (ultra-wide), 5 MP (macro) e 2 MP (sensor de profundidade). O celular da Samsung tira fotos excelentes, mas se destaca mesmo pela gravação de vídeos em 4K, tanto com a câmera principal, quanto com a frontal. Para completar, a bateria tem uma excelente autonomia e ainda conta com carregamento turbo!

Lançado em 2022, o Moto G52 já impressiona logo de cara pela qualidade da tela AMOLED, com 6,6 polegadas, resolução Full HD e 90 Hz de taxa de atualização. O celular proporciona imagens em alta resolução, com boas cores e brilho alto. O processador é o Snapdragon 680, excelente para uso no dia a dia e até em alguns jogos leves.Quer rodar jogos pesados? Veja a nossa lista decelulares gamers!

Aqui no Brasil o Moto G52 é vendido em sua versão com 4 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno. A bateria tem 5.000 mAh de capacidade e carregamento turbo de 30W! Para completar, esse celular da Motorola traz um conjunto triplo de câmeras. A principal tem 50 MP e faz boas fotos, mesmo em ambientes com baixa iluminação

O Moto G82 é mais um celular da Motorola com  tela AMOLED, o que significa cores mais vívidas, brilho alto e um excelente contraste de preço. O aparelho também traz os 120 Hz de taxa de atualização para imagens fluidas e naturais, e completa o conjunto de tela com a resolução Full HD.

Esse modelo está equipado com o processador Snapdragon 695 5G, um chip rápido, econômico e capaz de rodar boa parte dos apps e jogos atualmente. Como o próprio nome diz, o suporte ao 5G também está presente. Para fechar o pacote, o celular Motorola Moto G82 tem três câmeras traseiras. A principal traz 50 MP e estabilização óptica, evitando tremidos nas fotos e vídeos.

O Redmi Note 10 tem tela Super AMOLED, de 6,43”, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 60 Hz. Com isso, ele promete entregar cores vívidas, contrastes e riqueza nos detalhes. Tem ainda sensor de luz 360° para o ajuste do brilho automático. Dessa forma, não perde a qualidade, independente de onde estiver olhando. Como ponto fraco, o Note 10 tem baixa taxa de atualização da tela.Curte a fabricante? Veja quais osmelhores celulares da Xiaomiatualmente!

A câmera tem quatro sensores traseiros, com destaque para a principal de 48 MP, que grava vídeos em 4K a 30 fps. O processador é o Snapdragom 678 com 4 GB de memória RAM. Essa configuração promete desempenho fluido e agilidade até mesmo em jogos e multitarefas. O armazenamento interno conta com duas versões, uma com 64 GB e outra com 128 GB. Já a bateria é de 5.000 mAh, com suporte a carregamento rápido de 33W.

O Galaxy A52s conta com tela Super AMOLED de 6,5", resolução Full HD+, brilho de 800 nits e formato 20:9. Dessa forma, entrega imagens em alta resolução, com boas cores, brilho alto e pretos ainda mais escuros. Um grande destaque é a taxa de atualização de 120 Hz, entregando uma fluidez grande, com transições de imagens muito mais naturais.

O processador é o Snapdragon 778G, enquanto o armazenamento interno é de 128 GB. Sua memória RAM é de 6 GB, além da tecnologia RAM Plus, que melhora o desempenho usando parte do armazenamento como RAM.

O conjunto de câmeras traseiro tem quatro sensores, sendo o principal de 64 MP com estabilização óptica (OIS). Ele ainda grava vídeos em qualidade 4K a 30 fps, com modo Superestável. Já a bateria é de 4.500mAh, com até dois dias de autonomia em uso moderado.

O Motorola Edge 20 conta com tela OLED de 6,7” que oferece grande nitidez nas cores. Têm resolução Full HD+ e tecnologia HDR10+, contribuindo para imagens ainda melhores. O grande destaque é a taxa de atualização adaptativa de até 144 Hz, que garante transições de imagens bem mais suaves, sendo ótima para jogar ou assistir filmes.

O Motorola Edge 20 vem com processador otimizado para jogos, o Snapdragon 778G. Além disso, conta com 8 GB de RAM e 128 GB de memória interna, o que é suficiente para rodar apps, games e multitarefas, sem preocupação com travamentos. A bateria tem 4.000 mAh com carregamento power de 30W.

Quanto ao conjunto de câmeras traseiro tem três sensores, com destaque para o principal de 108 MP. Ele ainda tem zoom óptico de 3x e zoom digital de 30x. As gravações de vídeo são em 4K com recurso de super câmera lenta a 960 fps.

‌O Galaxy M62 traz uma tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas, com resolução Full HD+. O painel promete cores cheias de vida e com alto brilho. Outro destaque é o Display Infinito, que diminui as bordas proporcionando uma experiência imersiva. Como ponto fraco, a taxa de atualização é de apenas 60 Hz, mais baixo que em outros celulares da linha.

O smartphone tem o processador Exynos 9825, 8 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento. Isso é suficiente para rodar grande parte dos apps e jogos e trabalhar com multitarefas.

Já o conjunto de câmeras tem três sensores na traseira, como especial destaque para o principal de 64 MP. Mas a sua melhor característica é a incrível bateria de 7.000 mAh, que garante mais de dois dias de uso moderado.

O Galaxy S21 FE é um dos melhores celulares da Samsung atualmente para quem busca um topo de linha custo-benefício. Esse modelo está equipado com o mesmo processador dos modelos mais caros da linha S21 (Exynos 2100), entregando um desempenho parecido com o deles e consegue rodar qualquer app ou jogo atualmente.O Galaxy S21 FE faz parte da nossa seleção decelulares Samsung com 5Gvendidos no Brasil!

Esse traz uma tela Dynamic AMOLED 2X, 120 Hz e HDR 10. Esse conjunto de especificações entrega imagens com cores vívidas, alta resolução e também bastante fluidez. Ao todo são 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno, especificações que ajudam o aparelho a mostrar um desempenho acima da média.

O Galaxy S21 FE tem proteção contra água e carregamento sem fio, bem como os modelos mais “parrudos” da linha. Ao todo são três câmeras traseiras: 12 MP (principal), 8 MP (teleobjetiva) e 12 MP (ultra-wide). O S21 FE não faz filmagens em 8K como os outros modelos da linha, mas grava em 4K, o que já é suficiente para boa parte dos usuários.Veja como as câmeras deles se saem no nosso review doGalaxy S21 FE.

A tela AMOLED do Mi 11 Lite impressiona para um intermediário. Tem 6,5”, com resolução Full HD+, recurso HDR10 e 90 Hz de taxa de atualização. Com isso, o smartphone deve oferecer uma grande qualidade de imagem, com cores vivas, brilho alto e transições suaves. Mais um destaque é que a tela cobre um espectro de 1 bilhão de cores.

O processador desse dispositivo é o Snapdragon 732G. Otimizado para jogos, o chip consegue rodar quase todos os apps ou jogos da Play Store sem travamentos. Ele conta com diferentes versões em relação ao RAM (4 GB, 6 GB ou 8 GB) e ao armazenamento (64 GB ou 128 GB). A bateria tem 4.250 mAh e conta com carregamento turbo de 33W.Procura 5G? Veja os melhorescelulares da Xiaomi com 5Gvendidos no Brasil!

Já o conjunto de câmeras tem três sensores na traseira. O principal tem 64 MP, com foco automático por detecção de fase. O Mi 11 Lite é capaz de filmar em 4K a 30 fps e conta com filtros de imagem especiais.

O Samsung Galaxy S21 tem uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,2 polegadas, que promete cores com muita vida, grandes contrastes e brilho forte. Além disso, conta com resolução Full HD+ e recursos de destaque, como o HDR10, para cores ainda melhores. A taxa de atualização desse dispositivo é adaptativa, de até 120 Hz, para transições muito naturais.

O processador é o Exynos 2100, de fabricação própria da Samsung. Junto aos 8GB de RAM e o armazenamento (128GB ou 256GB) vai conseguir rodar todos os apps e jogos pesados com ótima performance. A bateria é de 4.000 mAh e compatível com os carregamentos rápidos, sem fio e reverso.

O S21 tem três câmeras na traseira, com destaque para um sensor teleobjetivo de 64 MP com zoom óptico de até 3 vezes. Conta ainda com recursos de destaque como o Space Zoom de até 30 vezes e modo noturno, além de filmar em 8K.

Os dois modelos contam com tela OLED de tecnologia Super Retina XDR. Possuem HDR10 para melhorar as cores e brilho e True Tone para ajustar o tom das imagens de acordo com a iluminação local. O iPhone Mini tem uma tela de 5,4 polegadas, com resolução 1080 x 2340 pixels; já o iPhone 12 possui tela de 6,2 polegadas e resolução 1170 x 2532 pixels.Gosta de modelos compactos? Veja osmelhores celulares pequenosatualmente!

O processador de ambos é o Apple A14 Bionic, que ainda roda qualquer app ou jogo atualmente. Os dois iPhones contam com versões em 64 GB, 128 GB e 256 GB de armazenamento interno. O conjunto de câmeras é duplo na traseira, com os dois sensores de 12 MP. Os smartphones ainda fazem vídeos em 4K tanto na traseira quanto na câmera frontal.

Já a bateria também tem uma diferença entre os modelos. Enquanto a do Mini é menor com autonomia para até 15 horas de reprodução de vídeo contínua, a do convencional dura até 17 horas.

O Galaxy S22 tem tela AMOLED Dinâmico 2x, de 6,1 polegadas, que entrega uma grande variedade de cores. Além disso, conta com tecnologia Vision Booster que faz o ajuste do brilho automaticamente de acordo com a luz ambiente. A taxa de atualização adaptável é de 120Hz, garantindo mais fluidez e melhor tempo de resposta em jogos.

O processador é o Snapdragon 8 Gen 1, que junto da memória RAM de 8GB e do armazenamento (128GB ou 256 GB) pode rodar até os jogos mais pesados. A bateria é de 3.700 mAh, compatível com carregamento com fio de até 25W e sem fio de até 15W.

A câmera é tripla do S22 tem maior destaque para o sensor principal de 50 MP. Vale ressaltar os recursos adicionais, como Nightography, que melhora as imagens em condições ruins de iluminação.

O iPhone 13 Mini e o iPhone 13 são equipados com tela OLED Super Retina XDR, além de recursos como HDR10, Dolby Vision e True Tone. Essas configurações contribuem para uma qualidade de imagem incrível e padrão Apple.

Os modelos desse iPhone se diferenciam no tamanho. Enquanto o Mini tem um display de 5,4 polegadas e 1080 x 2340 pixels de resolução, o convencional tem 6,1 polegadas e resolução de 1170 x 2532 pixels.

O processador usado nos modelos é o A15 Bionic, de fabricação própria. De acordo com a Apple, o chip é 50% mais rápido que o da concorrência. Seu conjunto fotográfico é duplo, com sensores de 12MP. Já a bateria também tem diferenças, sendo a do iPhone 13 Mini menor, com duas horas a menos de autonomia que o modelo convencional.

O S22 Ultra 5G possui tela AMOLED Dynamic 2x, 6,8 polegadas e resolução 2K. Além disso, o celular também entrega imagens com cores vivas, brilho alto e excelente contraste de preto. O S22 Ultra ainda conta com 120 Hz de taxa de atualização, para transições de imagem ainda mais fluidas, o que é ótimo para jogos e filmes de ação.

O processador é o Snapdragon 8 Gen 1, o mais potente que a empresa tem a oferecer. Com esse desempenho, o smartphone roda qualquer app ou jogo sem problemas de travamentos. A memória RAM é de 8 GB ou 12 GB, enquanto o armazenamento é de 128 GB, 256 GB, 512 GB ou 1 TB. Já a bateria é de 5.000 mAh, o que garante uma autonomia de mais de um dia.

O S22 Ultra também tem suporte ao carregamento turbo de 45W, carregamento sem fio e reverso. As câmeras são quatro na traseira, com especial destaque para o principal de 108 MP, com foco automático por laser e estabilização óptica. O celular ainda faz gravações de vídeo em 8K com a câmera traseira e 4K com a câmera frontal.

Os dois modelos vêm com tela OLED Super Retina XDR. A principal diferença entre eles está no tamanho do display. A versão Pro tem display de 6,1 polegadas, enquanto o Pro Max conta com 6,7 polegadas. Essas versões contam com a tecnologia ProMotion como diferencial, que torna a taxa de atualização adaptável entre 10 Hz até 120 Hz.

O processador é o A15 Bionic é muito potente e roda qualquer app ou jogo atualmente. Tanto o iPhone 13 Pro quanto o 13 Pro Max podem ser encontrados com 128 GB, 256 GB, 512 GB e 1 TB de memória interna. Os dois modelos possuem boa bateria, carregamento sem fio, acabamento premium e até mesmo proteção contra água!

Já o conjunto de câmeras tem três sensores de 12 MP na traseira, com destaque para o principal. Essa lente é uma grande-angular, com tecnologia de estabilização óptica de imagem por deslocamento de sensor. Outros destaques são os modos de gravação de vídeo profissional, além do modo noite aprimorado.

Agora que você sabe o que é uma tela OLED e derivados, está na hora de comprar um celular com essa tecnologia, e o Buscapé te ajuda a pagar o menor preço! Instale a nossa extensão para navegador e tenha acesso a várias ferramentas.

Uma delas é o Cashback, que devolve parte do dinheiro gasto em produtos selecionados. Você ainda pode olhar o Histórico de Preçose para conferir a variação de preços que o smartphone escolhido teve, e com o Alerta de Preço você é notificado quando ele chegar ao preço que você deseja pagar.

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Você sabe diferenciar os tipos de telas dos smartphones? Confira informações sobre o celular LCD, Oled, Amoled e saiba a diferença entre cada display com este conteúdo do Pincei!

Display é a palavra inglesa para “exibição” e nada mais é do que a tela de um celular sem o vidro. Uma de suas atribuições é indicar o toque e as imagens entregues pelo dispositivo. O vidro tem a função de proteger o display.

A tela de celular LCD (Liquid Crystal Display), fabricada de cristais líquidos, é bastante comum. Largamente utilizado pela maioria dos fabricantes de telefones populares, o visor LCD não emite luz e pode ser dos seguintes tipos:

2. LCD IPS (Comutação In-Place): Chamados também de Retina Display. Melhores que os LCDs TFT, absorvem comparativamente menos energia, melhorando a vida útil da bateria.

3. LCD de tela sensível ao toque resistivo: São telas de 2 camadas, com o toque não se apresenta muito responsivo ou preciso. Frequentemente usados em smartphones baratos, e telefones com recursos de baixo custo. Possui também a versão touchscreen capacitiva e resistente.

OLED (diodo emissor de luz orgânico) é relativamente uma nova tecnologia utilizada em Smartphones. Não necessitam de LED SMD (Light Emitting Diodes) para iluminar todo o display.

Ele é muito melhor que o LCD em termos de cor, brilho, resolução e responsividade. Leve e com ângulo de visão ampliado, apresenta-se muito econômico, pois consome menos energia.

A tela AMOLED (Diodo Emissor de Luz Orgânico de Matriz Ativa) constitui uma versão avançada do OLED, incluindo todas as vantagens. Da mesma forma, a alternativa atual ao AMOLED é a tela de celular Super AMOLED, que oferece telas bem fininhas.

A Corning, empresa fabricante de displays, desenvolveu o Gorilla Glass. O objetivo principal é deixar os celulares com maior resistência contra quedas e arranhões, mesmo estando dentro do bolso.

Fabricado com vidro reciclável e mais fino do que as versões anteriores, o Gorilla Glass já está na sexta geração. E, pasmem, continua lançando versões periodicamente.

Sua primeira versão já apresentava novidades como revestimento oleofóbico, ou seja, capaz de repelir substâncias oleosas, além de não as absorver. Uma ótima ideia para evitar que a tela fica manchada com a oleosidade das mãos.

Garantindo dispositivos requintados, ele